12 março 2018 5:46 pm

Justiça reduz a distância entre Boca Aberta e desafetos políticos

Lino Ramos
Bicho-Pau

O juiz da 5ª Vara Criminal de Londrina, Paulo César Roldão, reduziu de 500 para 100 metros a distância mínima que o vereador cassado, Emerson Petriv, deve manter dos vereadores Rony Alves, Mário Takahashi e Jamil Janene. Rony e Takahashi estão sendo monitorados por tornozeleira eletrônica e foram afastados da Câmara por envolvimento no suposto esquema de propinas para mudanças de zoneamento na cidade.

No ano passado, Roldão determinou que Boca Aberta mantivesse meio quilômetro de distância de seus desafetos, em razão de vários incidentes, como uma ameaça feita contra Takahashi no dia seguinte à cassação em que Petriv foi cassado pelo Legislativo. Em janeiro, Takahashi teria novamente sido molestado por Boca Aberta, no momento em que comparecia ao Centro de Reintegração Social de Londrina (Creslon) para receber a tornozeleira eletrônica.

Com isso, a defesa do ex-presidente da Câmara pediu o cumprimento da medida cautelar, ou seja, que Boca Aberta ficasse longe dos demais vereadores. Segundo o advogado Eduardo Caldeira, a distância “de meio quilômetro” é exagerada, não permitindo que Boca Aberta, por exemplo circule próximo à Câmara de Vereadores. O advogado disse ainda que não há mais possibilidade de Boca Aberta ser preso, ao menos neste processo.

Desde o mês passado, Boca Aberta também passou a ser monitorado por tornozeleira eletrônica.

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