15 abril 2018 3:37 pm

Londrina pode ter IPTU ecológico para ajudar contra alagamentos

Neto Almeida
Redação Paiquerê

Após a segunda reunião do grupo de trabalho que trata sobre alagamentos em Londrina, formado pela Câmara Municipal, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e secretarias municipais, a deliberação inicial foi a de que serão mapeados os dez pontos mais críticos no município. O levantamento ficará a cargo da Defesa Civil e deve ser entregue nos próximos dias.

O vereador Filipe Barros (PSL), que coordena as reuniões informou que o Fundo Municipal de Saneamento Básico tem hoje R$ 25 milhões em caixa. O dinheiro está inerte e existem algumas demandas, como por exemplo, a compra de um caminhão especializado no desentupimento de bueiros.

Dos três secretários municipais convidados, Obras, Meio Ambiente e Defesa Social, nenhum compareceu. Roberta Queiroz, secretária do Ambiente, informou que não poderia ir e enviou no seu lugar um representante. Além dos secretários, foram convidados também os presidentes do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul), Roberto Alves Lima Junior, e da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), Marcelo Cortez, que também não compareceram.

Segundo Fillipe Barros, outros dois encaminhamentos foram tomados. Um deles foi para a elaboração de uma minuta de projeto de lei do IPTU Ecológico, que já existe em outras cidades do País. Ele prevê descontos no imposto para quem optar fazer construir na modalidade ecológico, reaproveitando a água da chuva, por exemplo.

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