24 maio 2018 12:28 pm

Município faz plano de contingência para minimizar impactos da greve

Redação Paiquerê

Coletiva plano de contigencia Foto Paiquere
Secretários municipais durante coletiva de imprensa. Foto: Paiquerê

O município de Londrina elaborou um plano de contingência em razão da greve dos caminhoneiros que acontece nesta semana em todo o País. A intenção do executivo é minimizar o impacto da paralisação, se prevenindo de uma possível falta de combustível da frota de veículos. O plano determina que a partir das 17 horas, os veículos da administração municipal rodem apenas em casos de urgência ou extrema necessidade. O anúncio foi feito em entrevista coletiva na quinta-feira (24).

De acordo com o secretário de Governo, Juarez Paulo Tridapalli, o objetivo é evitar a falta de serviços essenciais geridos pelo município, principalmente aqueles referentes à Saúde e a Guarda Municipal (GM).

Na área da Saúde, as sete ambulâncias que compõe a frota do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram abastecidas. A previsão é que elas possam sair às ruas tranquilamente durante dez dias. Uma reserva de 1.500 litros foi feita em um posto de combustíveis que tem convênio com a Prefeitura de Londrina. Além disso, dois caminhões das secretarias de Obras e Agricultura foram abastecidos e deixados o uso do diesel, caso seja necessário. O secretário municipal de Saúde, Felippe Machado, afirmou que viagens da pasta até este fim de semana estão mantidas.

Na Guarda Municipal, os serviços de abordagem e ronda seguirão normalmente nos próximos dias. As 22 viaturas que fazem parte da frota foram abastecidas. De acordo com o secretário de Defesa Social, Evaristo Kuceki, somente trabalhos administrativos foram reduzidos e seguirão com essa restrição até tudo ser normalizado.

A Prefeitura de Londrina informou que nenhuma obra foi paralisada em razão da greve dos caminhoneiros e falta de combustíveis. O transporte escolar para alunos da zona rural tem combustível disponível até esta sexta-feira (25). O município também não descarta medidas judiciais para abastecer mais a frota se for preciso.

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