9 agosto 2018 8:07 am

Reforma do prédio da prefeitura promete gerar economia em gastos mensais

Redação Paiquerê

Haverá economia no administrativo da Prefeitura obteve em relação aos gastos com água potável e energia. Foto: Divulgação
Prefeitura de Londrina. Foto: Divulgação

As obras para reforma do prédio administrativo da Prefeitura de Londrina, realizadas por meio do Programa de Modernização da Administração Tributária e Setores Sociais Básicos (PMAT), tiveram sua conclusão em dezembro de 2017. Como parte das exigências do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), órgão que financia o programa, é realizada uma prestação de contas, a cada seis meses.

O último relatório, desenvolvido e encaminhado pela equipe do Núcleo Especial de Trabalho para Modernização da Administração Tributária Municipal (NEMAT), refere-se ao primeiro semestre de 2018. A coordenadora do NEMAT, Liz Dayane Paludetto Rodrigues, explicou que a prestação de contas é composta por relatório de desempenho, planilhas contábeis e informações financeiras. “Esse relatório é elaborado com base nas informações enviadas pelos coordenadores de ações e pelos membros do Núcleo. A equipe toda se reúne, mensalmente, para monitoramento das ações e é a esse trabalho em equipe que se deve o sucesso do programa”, enfatizou.

Na última prestação de contas do PMAT constam, dentre todos os outros detalhamentos, a economia que o prédio administrativo da prefeitura obteve em relação aos gastos com água potável e energia elétrica. Durante as obras, foi executada a reforma de banheiros, instalação elétrica, readequação de instalação hidráulica, instalação de equipamentos de ar condicionado. Também foram instalados piso elevado, forro, divisórias e instalações adequadas às normas de combate e prevenção de incêndio.

Com isso, a equipe de engenheiros que acompanhou a obra observou que o consumo médio mensal de água, que nos seis meses anteriores ao início da reforma era de 473,83 metros cúbicos, reduziu para 215 metros cúbicos, aferidos no período de seis meses após a conclusão da reforma. Essa redução de 55% deve-se, principalmente, às adequações feitas na instalação hidráulica, que passaram a captar a água de chuva e proveniente dos drenos dos aparelhos de ar condicionado, para serem utilizadas nas descargas das bacias sanitárias e nas torneiras de jardim. Além do reuso, também impactou na economia com água potável a realocação de diversas secretarias, que antes eram sediadas no prédio.

Com N.Com

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