12 outubro 2017 8:05 am

Reitora: “Portal da UEL tem mais transparência que site do governo”

Neto Almeida
Redação Paiquerê

Berenice Jordão, reitora da UEL. Foto: Redação Paiquerê
Berenice Jordão, reitora da UEL. Foto: Redação Paiquerê

A Universidade Estadual de Londrina (UEL) ainda não recorreu da decisão do juiz substituto da 3ª Vara da Fazenda Pública, Jailton Juan Carlos Tontini, que concedeu liminar em que determinou que universidades estaduais forneçam, no prazo de 15 dias, dados das folhas de pagamento das instituições para que sejam inseridos no sistema de gestão de pessoal do Governo do Estado, o Meta4.

A decisão abrange cinco instituições de ensino superior: Universidade Estadual de Londrina (UEL); Universidade Estadual de Maringá (UEM); Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), que tem sede em Cascavel; Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); e Universidade Estadual do Centro Oeste (Unioeste), com sede em Guarapuava. A UEL, segundo a reitora Berenice Jordão, vai recorrer da decisão.

A universidade, após a decisão da Justiça, divulgou nota em que afirma que a proposta do Governo do Estado omite o fato da existência de sentença judicial proferida em mandado de segurança, que se encontra no Supremo Tribunal Federal (STF), que reconhece a autonomia universitária da UEL e da UEM.

A reitora ainda comentou as recentes decisões do tribunal de contas.

No despacho, o juiz faz um histórico do processo e diz que a demora para o repasse das informações das folhas ao sistema geral do Estado “inviabiliza a integração dos sistemas, impossibilitando o conhecimento integral das informações contidas nos sistemas próprios das universidades e dificultando, se não inviabilizando, o controle interno”. A reitora da UEL, falou que melhoras no processo de transparância já foram feitas e ponderou que o modelo da universitária é mais transparente que o do próprio governo.

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