14 setembro 2018 8:41 am

Vereadores afastados alegam equívocos e falhas em Comissão Processante

Neto Almeida
Redação Paiquerê

Mario takahashi foto CML Imprensa Devanir Parra
Takahashi deu depoimento pela segunda vez. Foto: CML/Imprensa/ Devanir Parra

Suspensa desde o dia 17 de agosto, após decisão do desembargador do Tribunal de Justiça, Xisto Pereira, a Comissão Processante (CP) voltou a se reunir nesta quinta-feira (13). O presidente afastado, Mário Takahashi (PV), foi ouvido por José Roque Neto (PR), Vilson Bittecourt (PSB) e João Martins (PSL). Rony Alves (PTB), que também é investigado por quebra de decoro parlamentar, acompanhou o depoimento com questionamentos feitos a Takahashi.

Após a coleta do depoimento, que durou aproximadamente três horas, algumas deliberações foram tomadas, como por exemplo, a definição de não abrir prazo para alegações finais a Takahashi, nem incluir no relatório final documentos apresentados. Também foi definido pela manutenção do relatório final, feito por João Martins e corroborado pelos outros dois integrantes da comissão. O relatório aponta quebra de decoro parlamentar e recomenda a cassação dos parlamentares.

Mário Takahashi, após o depoimento, alegou cerceamento de defesa.

Takahashi ainda elencou quais documentos apresentados seriam importantes para esclarecer sua defesa aos vereadores.

Réu na justiça após a operação ZR3, Takahashi alegou equívocos da Comissão Processante.

Rony Alves, que foi à Justiça para garantir seu direito de estar presente no depoimento de Takahashi, acredita que a manutenção do relatório final é uma decisão equivocada.

Segundo Alves, a CP cometeu diversas falhas durante as ações.

Mário Takahashi, Rony Alves e os advogados presentes deixaram a Câmara Municipal notificados da sessão de julgamento, neste domingo, às 9h.

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