22 agosto 2018 8:51 am

Projeto inovador promete solução para limpeza do Lago Igapó

Neto Almeida
Redação Paiquerê

A duração do projeto é de um ano e terá o monitoramento completo de técnicos. Foto: Neto Almeida
A duração do projeto é de um ano e terá o monitoramento completo de técnicos. Foto: Neto Almeida

Foi apresentado à imprensa nesta terça-feira (21), o projeto Pró Lago Igapó pelo engenheiro agrônomo Reinaldo Martins Righetti, técnico responsável. Também participaram do evento, Luiz Figueira, assessor especial da Prefeitura de Londrina e Luis Claudio Galhardi, membro da organização do Abraço do Lago Pela Paz, gestor da ONG Londrina Pazeando e diretor do Compaz.

A intenção é recuperar o Igapó da sujeira e poluição que ao longo dos anos foi crescendo. Essa ação já foi pensada nos anos 1990 e tem a parceria entre a Bioconsult – Agronegócios e a Ambiem Ltda, detentora da Tecnologia EMTM no Brasil.

Atualmente, o produto é usado em mais de 100 países e existem 54 fábricas ao redor do mundo, sendo uma no Brasil. O uso da tecnologia no Igapó pode reverter, segundo Righetti, de maneira natural e barata a poluição sendo possível restaurar o equilíbrio natural do sistema aquático, promovendo efeitos benéficos e sustentáveis.

A duração do projeto é de um ano e terá o monitoramento completo de técnicos parceiros da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema), Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR) e Instituto das Águas.

O lançamento do tratamento da limpeza do Igapó será junto com o evento Abraço do Lago pela Paz no dia 23 de setembro de 2018 ao redor do Lago 2. Luís Cláudio Galhardi, membro da organização do evento, gestor da ONG Londrina Pazeando, confirmou que será a décima edição do evento.

O Lago Igapó foi inaugurado no dia 10 de dezembro de 1959. Após um período de abandono, foi elaborado um projeto de revitalização do lago, na gestão de Dalton Paranaguá. Em 1996 o lago foi esvaziado, limpo e teve suas margens revitalizadas.

Representando o prefeito Marcelo Belinati (PP), o assessor especial Luís Figueira confirmou que o projeto não terá dinheiro público.

 

 

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