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O Coletivo de Moradores do Centro de Londrina chama a atenção para a necessidade de uma apuração mais cuidadosa sobre informações relacionadas à ocupação de imóveis na região central da cidade. Segundo os moradores, imóveis localizados na Rua Sergipe, no trecho entre as ruas Professor João Cândido e Pernambuco, que aparentam estar fechados, estão atualmente locados para a empresa TATA.
De acordo com o coletivo, a entrada principal da operação fica pela Rua Pernambuco, em frente ao estacionamento do Banco Bradesco. Somente o complexo instalado na região seria responsável pela geração de mais de 1.500 empregos.
Para os moradores, a situação demonstra que a observação isolada das fachadas dos imóveis pode levar a conclusões equivocadas sobre a ocupação e a atividade econômica do Centro.
“Existem problemas reais no Centro, inclusive imóveis em situação precária, e eles precisam ser enfrentados. O que não podemos é transformar portas fechadas isoladamente em um retrato de abandono generalizado, sem verificar o que efetivamente funciona dentro desses imóveis”, afirma o Coletivo de Moradores do Centro de Londrina.
Os moradores também destacam que a Rua Sergipe permanece como um importante corredor comercial tradicional de Londrina, concentrando estabelecimentos, empresas, serviços e atividades que movimentam a economia local.
Na avaliação do coletivo, reconhecer os problemas existentes não significa ignorar as atividades econômicas que permanecem instaladas na região. O Centro, segundo os moradores, continua sendo responsável por empregos, circulação de pessoas, investimentos, prestação de serviços e geração de renda para milhares de famílias.
O grupo defende que reportagens e conteúdos sobre a região sejam produzidos a partir de levantamento das informações e consulta às empresas, proprietários e demais envolvidos, evitando generalizações baseadas exclusivamente na aparência externa dos imóveis.
“Criticar os problemas é necessário, mas também é necessário mostrar o que está funcionando. O Centro precisa ser discutido com base em fatos, porque uma narrativa de abandono generalizado prejudica uma região que ainda é viva, produtiva e economicamente relevante para Londrina”, conclui o coletivo.
Com Assessoria




