


Salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027
25 de agosto de 2026Wilhan Santin
Redação Paiquerê
Veja que interessante esta notícia que vem da Universidade Estadual de Londrina (UEL).
Durante um ano, um brasileiro consome uma média de 20 quilos de carne de porco, sustentada por um rebanho de quase cinco milhões de suínos e movimentando mais de 63 bilhões de reais. E quando se pensa nos riscos associados a esse consumo, fala-se principalmente da gordura ou da carne mal passada, mas há outro vilão que é preciso levar em conta: Os microplásticos (MPs).
Com menos de cinco milímetros, eles são invisíveis a olho nu, criados pela fragmentação de objetos de plástico, roupas de material sintético ao serem lavadas, pelo desgaste de pneus ao dirigir ou pela degradação de sacolas, embalagens e garrafas. Essas partículas misturam-se à água ou à comida, que então acaba sendo ingerida por animais, entra na cadeia alimentar e, eventualmente, chega ao consumo humano.
O projeto de pesquisa “Microplásticos na suinocultura intensiva: implicações na saúde única” é o primeiro do Brasil a utilizar como seu foco principal a criação de porcos para estudar a presença e os efeitos desses polímeros no ambiente, no animal e no produto final. As responsáveis pela iniciativa são Gabriela Vitoretti Machado, estudante da Pós-Graduação e orientanda de Doutorado, em conjunto com a professora Karina Keller Marques da Costa Flaiban, docente do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva há quase duas décadas e homenageada com a Bolsa Produtividade do CNpQ (PQ-C).
Segundo a professora, serão coletadas amostras da água e da ração que os animais consomem, para compreender a origem e os tipos diferentes de MPs encontrados. Então, após o abate do porco, o processo será repetido com o seu sangue e tecido muscular, para verificar quanto das partículas são absorvidas. “A escolha da espécie suína também é pensando nas diversas semelhanças fisiológicas com os seres humanos. Ainda não se sabe qual a severidade do impacto na saúde dos microplásticos, mas com essa pesquisa nos aproximamos de uma resposta mais definitiva”, explica.
O nosso reconhecimento ao trabalho científico desenvolvido pela UEL, especialmente à doutorando Gabriela Vitoretti Machado e à professora Karina Keller Marques da Costa Flaiban. Aguardamos os resultados da pesquisa para divulgar aqui no Paiquerê no Agro.
FEIRANTES
Hoje, 25 de agosto, é o dia do feirante. No programa Paiquerê no Agro, homenageamos esses profissionais que fazem o elo entre os produtores rurais e os consumidores das cidades.
Os feirantes acordam de madrugada para levar aos seus clientes frutas, verduras, legumes, ovos, café, mel, muitos outros produtos e, claro, o pastel.
Em nosso Paranazão, temos milhares de homens e mulheres dedicando-se todos os dias para manter as feiras livres repletas de produtos de alta qualidade e com aquela simpatia que é característica dos feirantes.
MERCADO
Analistas do mercado financeiro reduziram de 1,98% para 1,95% a projeção de crescimento da economia brasileira em 2026, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (24/08) pelo Banco Central.
A revisão foi a única alteração nas estimativas para o próximo ano entre os principais indicadores monitorados pelo mercado. Em sentido oposto, a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2028 subiu de 1,89% para 1,98%.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve como principal indicador da atividade econômica. A redução da expectativa para 2026 indica uma percepção de crescimento um pouco mais moderado para a economia brasileira no próximo ano.




