


Mulher morre após carro bater na traseira de carreta na BR-369
2 de setembro de 2026


Obras do Zerão têm atraso por falta de materiais
2 de setembro de 2026Redação Paiquerê
As internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) caíram 33% em Londrina na última semana, segundo boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). O número de pacientes internados passou de 24 para 16 entre as semanas epidemiológicas 32 e 33.
Os dados mais recentes correspondem ao período de 16 a 22 de agosto. Das 16 internações registradas, nove foram de crianças de até 12 anos e sete de adultos.
A Vigilância em Saúde acompanha semanalmente a evolução das síndromes respiratórias no município. Segundo a SMS, apesar da redução das internações e da proximidade do fim do período sazonal, as medidas de prevenção continuam sendo recomendadas.
Atendimentos nas unidades de saúde
O boletim também aponta uma redução de 5,3% nos atendimentos realizados pelas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Sabará e Centro e pelos Prontos Atendimentos (PAs) do União da Vitória, Leonor e Maria Cecília.
Na última semana, essas unidades registraram 13.793 atendimentos, contra 14.571 na semana anterior. Entre os pacientes adultos, 1.709 atendimentos, equivalentes a 12% do total, estiveram relacionados a síndromes gripais.
No Pronto Atendimento Infantil (PAI), foram registrados 2.445 atendimentos. Desse total, 922 tiveram relação com Síndrome Gripal, o equivalente a 37% das urgências pediátricas. Na semana anterior, os casos de síndrome gripal representavam 32% dos atendimentos no local.
Rinovírus é o mais detectado
Entre os vírus respiratórios que mais circularam em Londrina nos 15 dias anteriores ao levantamento, o rinovírus aparece em primeiro lugar. Na sequência estão metapneumovírus, vírus sincicial respiratório (VSR) e os vírus Influenza A e B.
Apesar da redução das internações, Londrina acumula 39 mortes por SRAG em 2026. Desse total, 12 foram causadas por influenza, seis por VSR e 21 permanecem sem identificação do agente causador.
Vacinação contra a gripe
A cobertura vacinal contra a gripe entre os principais grupos prioritários está em 60%. Entre os idosos, o índice chega a 61%, enquanto entre as crianças é de 48%.
No caso das gestantes, a cobertura chegou a 141% da estimativa inicial da população-alvo. O percentual acima de 100% ocorre quando o número de pessoas vacinadas supera a estimativa utilizada para calcular o público prioritário.
A Secretaria Municipal de Saúde mantém a recomendação para que a população mantenha a vacinação em dia e adote medidas de prevenção, como cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar e higienizar as mãos.
A orientação é procurar atendimento em um serviço de saúde em caso de dúvidas ou de piora dos sintomas.




