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Os cidadãos interessados em contribuir com o debate podem participar tanto presencialmente quanto de forma on-line. Toda a discussão será transmitida em tempo real pelos canais oficiais da Câmara de Londrina no YouTube e no Facebook.
O projeto de lei, de autoria da vereadora Anne Ada (Avante), estabelece que locais que prestem serviços de creche, hotel, hospedagem ou similares para animais fiquem obrigados a manter sistemas de monitoramento em pleno funcionamento nas áreas internas e externas. As câmeras deverão abranger, no mínimo, as áreas comuns de recreação, alimentação e alojamento dos animais.
A medida é voltada para estabelecimentos que atendam, simultaneamente, 50 ou mais pets. Para os locais com capacidade inferior, a proposta prevê a adoção de protocolos próprios de segurança e bem-estar animal, cujos critérios serão definidos em regulamentação posterior pelo Poder Executivo. Conforme o projeto, quem descumprir as normas sofrerá “sanções previstas no Código de Posturas do Município e na legislação municipal correlata”.
Caso a lei seja aprovada e sancionada, a Prefeitura também será responsável por estabelecer as especificações técnicas dos equipamentos, além dos procedimentos de guarda e segurança das imagens, visando proteger os dados e garantir o acesso das autoridades competentes quando houver requisição formal.
Segundo a vereadora Anne Ada, a proposta se justifica diante do crescimento expressivo do mercado pet em Londrina e da necessidade de prevenir situações de maus-tratos, negligência ou acidentes, que muitas vezes carecem de provas objetivas para investigação. Com as câmeras, espera-se aumentar a confiança dos tutores e facilitar a fiscalização.
Participação popular
A participação da população nesta fase de tramitação é essencial, pois as contribuições da audiência pública podem influenciar diretamente o texto final. Após o debate com a sociedade, o projeto será votado pela Comissão de Justiça, que pode apresentar modificações (emendas) ao texto original.
Posteriormente, a matéria seguirá para análise da Comissão de Política Urbana, Meio Ambiente, Segurança Pública, Direitos e Bem-Estar Animal. Após, será encaminhada para votação em plenário, onde deverá passar por ao menos dois turnos de deliberação antes de seguir para a sanção do prefeito.
Com CML




