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17 de junho de 2026Wilhan Santin
Redação Paiquerê
As exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, crescimento de 8,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. O desempenho garantiu ao setor participação de 50,2% nas exportações totais do Brasil no período.
No acumulado de janeiro a maio, as vendas externas do agronegócio alcançaram US$ 70,5 bilhões, crescimento de 4,6%, também recorde para os cinco primeiros meses do ano.
Em relação a maio de 2025, o volume exportado pelo setor cresceu 3,6%, enquanto o preço médio dos produtos vendidos ao exterior registrou alta de 4,4%. As importações de produtos agropecuários totalizaram US$ 1,6 bilhão, recuo de 3,6% na mesma comparação, resultando em um superávit de US$ 14,4 bilhões no mês, aumento de 9,7%.
A China manteve a liderança entre os destinos das exportações do agronegócio brasileiro, com aquisições de US$ 6,3 bilhões em maio e participação próxima de 40% na pauta exportadora do setor. O valor representa crescimento de 12,8% em relação a maio de 2025.
A União Europeia ocupou a segunda posição, com importações de US$ 2,4 bilhões, equivalentes a 15% das exportações do agro brasileiro no mês, e alta de 5,4% na comparação anual. Em seguida aparecem os Estados Unidos, com US$ 837 milhões exportados e participação de 5,2%, apesar da retração de 28% em relação ao mesmo período do ano passado.
Também se destacaram mercados como Bangladesh, Tailândia, Vietnã, Paquistão, Turquia e Jordânia, que ampliaram significativamente suas compras de produtos agropecuários brasileiros no mês.
As informações são do Sistema Ocepar.
Rússia
A Rússia reconheceu o Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação. A decisão representa mais um avanço para a agenda sanitária e comercial do agronegócio brasileiro e reforça a confiança internacional no sistema de defesa agropecuária do país. O reconhecimento ocorre após a certificação concedida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), em 2025, e se soma ao anúncio realizado pela China no início deste mês.
A medida contribui para dar mais previsibilidade às exportações brasileiras de produtos de origem animal, especialmente aqueles sujeitos a exigências sanitárias relacionadas à febre aftosa, como proteínas bovina e suína, e cria condições favoráveis para o avanço de habilitações, certificações sanitárias e novos fluxos comerciais.
Copel
Em pouco mais de dois meses de funcionamento, o Programa Copel Agro ultrapassou a marca dos 50 mil atendimentos personalizados a produtores rurais da cadeia de proteína de todo o Paraná pela linha direta 0800 643 76 76.
No total, em 70 dias foram 51,2 mil contatos feitos por clientes com pedidos de suporte de religamentos, em casos de interrupções temporárias, solicitações de novas ligações e de outros serviços da companhia.
Com o Copel Agro, o produtor paranaense de proteína animal, seja de frango, suíno, leite, peixe ou outras, pode chamar pelo telefone. Os teleatendentes estão à disposição 24 horas por dia, sete dias por semana.




