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26 de agosto de 2026


Hemocentro de Londrina alerta para estoque crítico de sangue
26 de agosto de 2026Wilhan Santin
Redação Paiquerê
Hoje, 26 de agosto, temos uma efeméride interessante para Londrina. Em 1959, na Folha de Londrina, era oficializado o resultado da escolha de um hino para o município. Com melodia do maestro italiano Andrea Nuzzi e letra de Francisco Pereira Almeida Júnior, consagrava-se a letra que começa falando da cidade de braços abertos e cheio de referências ao agro.
“Londrina! Das matas e das derrubadas,
Londrina das roças de espigas dobradas!
Das filas cerradas de pés de café!
Dos grandes poentes das tardes douradas,
De escolas ao longo de longas estradas!
Do arado, do livro, da indústria e da fé!”
Francisco Pereira Almeida Júnior foi feliz em sua letra, retratando bem a Londrina dos cafezais daquele fim dos anos 1950.
CACHORROS
Hoje é o dia internacional da igualdade feminina, dia da declaração dos direitos do homem e cidadão e dia mundial do cachorro.
É quase impossível chegar a uma propriedade rural e não ser recebido por um cachorro, que vem correndo ao encontro do visitante antes mesmo de seu dono. Esses animais têm muita sensibilidade para distinguir quem chega em paz ou quem não tem boas intenções.
São guardas, companheiros, verdadeiros amigos. Você, produtor rural, cuide sempre muito bem, todos os dias, do seu cachorro.
PESCADORES
Alô, amigos pescadores. Vocês devem ter visto nas redes sociais um grupo de amigos catarinenses que capturou um pirarucu gigante no Rio Teles Pires, no município de Sinop, no Mato Grosso.
A minha colega jornalista Dani Walzburiech fez uma reportagem sobre isso para a Revista Globo Rural. Ela conta que foi o engenheiro Júnior Santin, que não é meu parente, que fisgou o peixe. Dois amigos dele ajudaram na missão de tirar o gigante da água.
De acordo com os pescadores, o pirarucu mediu dois metros e quarenta e cinco centímetros e seria o maior da espécie já fisgado no Brasil. O recorde pertence a Luís Eduardo Moraes, que pegou um pirarucu de dois metros e trinta e três, no Rio Guariba, em Apuí, no Amazonas.
Para registrar o recorde, Junior Santin e seus amigos catarinenses não cumpriram duas regras da Brazilian Game Fish Association (BGFA), a entidade que faz o registro: eles não tinham fita métrica nem trena adequada para a medição oficial e abateram o peixe, segundo eles seguindo uma instrução normativa do IBAMA. A BGFA só homologa recordes de animais devolvidos à natureza.
Pelo menos, eles ficaram com uma boa história para contar.




