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Redação Paiquerê
Londrina e dezenas de municípios do Norte do Paraná, traçando uma linha para o Oeste, até Umuarama, foram colonizados graças à cultura do café, tornando o Estado o principal produtor nacional nos anos 1950 e 1960.
Depois da geada de 18 de julho de 1975, o café perdeu o protagonismo no Paraná. Em 2026, são 25,1 mil hectares de cafeeiros. A colheita da safra deste ano está no começo, com 15% dos grãos colhidos.
A previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de produção de 713,9 mil sacas de 60 quilos, montante 4,6% abaixo da produção da safra anterior. Isso se deve às baixas precipitações e às altas temperaturas ocorridas durante o ciclo da cultura, sobretudo nas fases de floração e de enchimento de grãos, além da bienalidade negativa para o estado.
Para saber como está a produção no Norte Pìoneiro, que hoje é a principal região cafeeira do Estado, ouvimos Nira Souza, que lidera o grupo Mulheres do Café do bairro do Matão, em Tomazina.
Segundo ela, apesar das dificuldades com o clima e de não ser um ano de safra cheia, há otimismo entre os produtores.




