


Três motoristas são presos por embriaguez
13 de outubro de 2026


Prefeitura prepara nova licitação para retomar obras na Avenida Constantino Pialarissi
13 de outubro de 2026Wilhan Santin
Redação Paiquerê
A ouvinte Maria das Dores Chaves, de Cafelândia, no Oeste do Paraná, entrou em contato por meio das redes sociais com uma reivindicação: “gostaria que vocês falassem mais sobre a grande produção de peixes que nós temos”.
Oi, Maria das Dores. Seu pedido é uma ordem.
O Paraná é o maior produtor nacional de peixes de cultivo, ou seja, aqueles que são criados em tanques ou tanques-rede.
De acordo com o Anuário Brasileiro da Piscicultura Peixe BR 2026, o Brasil produziu, no ano passado, 1.011.540 toneladas de peixes de cultivo. Desse montante, 273.100 toneladas foram produzidas no Paraná.
São Paulo é o segundo estado em produção, com 93.700 toneladas, praticamente um terço do que se produz em nosso Estado.
A tilápia responde por praticamente 100% de tudo que os piscicultores paranaenses entregaram ao mercado. Essa espécie se adaptou muito bem ao sistema de integração, que une cooperativas e indústrias a produtores rurais.
Uma curiosidade: Nova Aurora, Oeste do Paraná, tem o título de Capital Nacional da Tilápia, com projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo Presidente da República em 2019.
Outra curiosidade: “Gift” significa presente em inglês, mas é também a sigla para “genetically improved farmed tilapia”, ou “tilápia cultivada geneticamente melhorada”, em uma tradução livre para o português. O desenvolvimento da variedade foi realizado pelo WorldFish, instituição internacional, sem fins lucrativos, que tem sede na Malásia e trabalha com sistemas alimentares aquáticos.
Em 2005, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi a pioneira na importação para a América Latina de 600 tilápias da variedade “GIFT”, de 30 famílias diferentes, que foram alojadas na Estação Experimental de Piscicultura, em Floriano.
Obrigado, Maria das Dores Chaves pela mensagem.
Londrina, 1935
Recebemos mensagem do ouvinte Leonardo Guimarães, do Alto da Boa Vista, em Londrina. Ele diz: todos os dias fico esperando vocês contarem alguma história da Londrina antiga no Paiquerê no Agro.
Obrigado pela mensagem, Leonardo. Nem sempre conseguimos retratar o passado porque as notícias do agro são muitas, mas quando é possível, destacamos alguma efeméride, pois elas fazem parte do desenvolvimento do Norte do Paraná e, consequentemente, da nossa agropecuária.
Hoje, temos uma. Vejo aqui no jornal Paraná Norte de 13 de outubro de 1935, portanto de 91 anos atrás, um pedido para que a polícia fiscalizasse a presença de menores de 18 anos na Rua Rio Grande do Sul, naquela época chamada de Rua do Pecado.
A cidade ainda não tinha nem um ano de emancipação, porém os problemas sociais estavam presentes.




